Consiste no corte e remoção de toda a vegetação, independentemente de sua densidade.
É a operação de corte e remoção de tocos de árvores e raízes, realizada após o desmatamento.
60 cm abaixo do greide de terraplenagem.
A remoção de uma camada de solo ou material orgânico (geralmente 20 cm) e outros objetos indesejáveis em toda a faixa de domínio.
É a base física sobre a qual se assenta uma rodovia, pertencente ao poder público.
Linhas de estacas que demarcam a área de execução dos serviços dentro da faixa de domínio.
É a superfície final obtida após a conclusão dos serviços de terraplenagem, sobre a qual o pavimento será construído.
A linha que define o perfil longitudinal (altitude) do eixo da rodovia no projeto.
Indica Aterro (o greide está acima do terreno).
Indica Corte (o greide está abaixo do terreno).
A camada superficial do terreno natural contendo raízes deve ser removida (destocamento obrigatório).
O desmatamento deve ser nivelado ao terreno natural, podendo dispensar o destocamento.
Solos em geral, residuais ou sedimentares, com seixos de diâmetro ≤ 15 cm, extraídos sem explosivos.
Exige uso de escarificador pesado (Ripper) e pode requerer uso eventual de explosivos.
Rochas com resistência igual ou superior ao granito ou blocos com volume ≥ 2 m³, exigindo uso contínuo de explosivos.
Até 30 cm.
Até 20 cm.
GC ≥ 100% na Energia Normal.
GC ≥ 100% na Energia Intermediária.
É o aumento de volume do solo ao passar do estado natural para o estado solto (incorporação de vazios).
É uma ferramenta para o planejamento e controle da movimentação de terras (volumes de corte e aterro).
Representa um corte ou predominância de seções mistas com corte.
Representa um aterro ou predominância de seções mistas com aterro.
Uma transição de corte para aterro.
Uma transição de aterro para corte.
Escavação e movimentação de material em curtas distâncias e cortes em rampa.
Para romper e desagregar solos muito duros ou rochas alteradas, auxiliando a escavação.
Serviços de acabamento e nivelamento de precisão (espalhamento de material e conformação do leito).
Escavação em grande volume (cortes ou empréstimos) e carregamento de caminhões, ideal para escavar abaixo do nível da máquina.
É o teor de umidade no qual o solo começa a se fraturar ao ser moldado em cilindros de 3 mm de diâmetro.
Peneira #40.
É o teor de umidade onde as bordas de uma canelura na concha de Casagrande se unem em 1 cm sob 25 golpes.
Determinar a curva de compactação, relacionando teor de umidade e massa específica aparente seca.
5 camadas iguais.
12 golpes.
26 golpes.
55 golpes.
A Massa Específica Aparente Seca Máxima e a Umidade Ótima.
A Umidade Ótima diminui (o pico da curva desloca-se para a esquerda).
A Densidade Máxima aumenta (o pico da curva desloca-se para cima).
Argilas tendem a apresentar densidades máximas menores e umidades ótimas maiores (curva mais achatada).
É o limite teórico onde todos os vazios do solo estariam preenchidos por água; a curva de compactação real nunca cruza essa linha.
Determinar a densidade (volume) do solo compactado in situ preenchendo o buraco com areia padronizada.
Reação química entre carbureto de cálcio e a água do solo em câmara fechada, gerando pressão de gás acetileno.
GC = (Densidade aparente seca de campo / Densidade aparente seca máxima de laboratório).
Que a densidade de campo é inferior à máxima do laboratório (pode indicar falta de energia ou umidade incorreta).
Que a energia aplicada em campo superou a do laboratório, podendo causar laminação ou trincas.
California Bearing Ratio (Índice de Suporte Califórnia).
A resistência à penetração do solo compactado com a resistência de uma brita padronizada.
96 horas (4 dias).
Medir a expansão e saturar o solo para simular a pior condição de resistência possível.
Para 0,1 polegada e 0,2 polegada (adotando-se o maior valor).
Compactação, Expansão (Imersão) e Penetração.
